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	<title>CRECI-ES - Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Espírito Santo 13ª REGIÃO</title>
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		<title>Queda de desemprego estimula venda de imóvel</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 03:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Dia
O baixo índice de desemprego e o aumento do ganho real dos trabalhadores do País vão impulsionar o crescimento de 30% no crédito imobiliário este ano. O setor terá como foco principal, em 2012, as famílias de classes média e média/baixa por meio da ampliação de ofertas de imóveis participantes do Programa Minha Casa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Dia</em></p>
<p>O baixo índice de desemprego e o aumento do ganho real dos trabalhadores do País vão impulsionar o crescimento de 30% no crédito imobiliário este ano. O setor terá como foco principal, em 2012, as famílias de classes média e média/baixa por meio da ampliação de ofertas de imóveis participantes do Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.</p>
<p>As previsões são da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). A entidade aponta que o financiamento imobiliário deve alcançar o recorde de R$ 103,9 bilhões.</p>
<p>O presidente da associação, Octavio de Lazari Jr, explicou que os dois fatores citados anteriormente são resultado do aquecimento da economia que o País vive nos últimos cinco anos. “Há mais registros de ganho real de salário para diversas categorias. A permanência no cargo por mais tempo faz com que o trabalhador ganhe confiança de contratar um empréstimo mais longo. E o brasileiro tem esse costume, o de comprar casa para moradia”, disse.</p>
<p><span id="more-2688"></span>Lazari lembrou que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou ontem que a taxa de desemprego no país ficou em 6% ano passado, a menor da história. “Há um nível de empregabilidade melhor e as pessoas encaram a possibilidade de comprar a casa própria”, disse.</p>
<p><strong>Taxas de juros serão reduzidas</strong></p>
<p>Os juros de financiamento imobiliário deverão ser reduzidos de 10% para 9,5% ao ano em 2012. O presidente da Abecip, Octavio de Lazari Jr, destacou que a previsão é que o mercado acompanhe a redução da taxa básica da economia (Selic) de 10,50% ao ano para 9,50%.</p>
<p>Ele explica que o Programa Minha Casa, Minha Vida vai se manter aquecido, principalmente, com os incentivos do governo e da Caixa Econômica. “São programas importantes para os brasileiros. São 8 milhões de pessoas com déficit habitacional no País. É possível reduzir problemas com esses tipos de exemplos”, afirmou.</p>
<p>Ele acrescenta que as construtoras já perceberam a mudança econômica das famílias de classe média e, portanto, vão ampliar a oferta para esse segmento.</p>
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		<title>Mais de 11 mil imóveis apresentaram irregularidades em 2011, diz Crea-ES</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 23:13:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[G1
Mais de 11 mil imóveis apresentaram algum tipo de irregularidade em 2011 no Espírito Santo, de acordo com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES). O órgão disse ao G1 que aproximadamente 30% das obras fiscalizados pelo conselho estavam irregulares e que três municípios do estado, que mais apresentam irregularidades, estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>G1</em></p>
<p>Mais de 11 mil imóveis apresentaram algum tipo de irregularidade em 2011 no Espírito Santo, de acordo com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES). O órgão disse ao G1 que aproximadamente 30% das obras fiscalizados pelo conselho estavam irregulares e que três municípios do estado, que mais apresentam irregularidades, estão na Grande Vitória, com destaque para o município da Serra. Segundo a administração do município, a fiscalização é feita por uma equipe de 40 profissionais que são divididos em sete regiões da Serra.</p>
<p>&#8220;Foram  mais de 11 mil notificações. Dessas, 8,6 mil foram para a área da construção civil. Essas cidades são também as que mais têm canteiros de obras, por isso são passíveis de irregularidade, embora sejam devidamente fiscalizadas&#8221;, disse o gerente de fiscalização do Crea, José Adilson de Oliveira.</p>
<p>O diretor do departamento de fiscalização de obras e posturas da Serra, Marcos Tosta, explicou que o município está vivendo uma grande expansão imobiliária e que essas irregularidade aparecem durante a construção.</p>
<p><span id="more-2685"></span>&#8220;O principal problema identificado é que os projetos licenciados não são respeitados. Na maioria das vezes, o engenheiro ou o arquiteto não acompanha essas obras e deixam os proprietários fazerem mudanças que não podem ser realizadas. Eu nunca vi esses profissionais denunciarem alterações de projetos na prefeitura&#8221;, afirmou Marcos Tosta. Segundo o diretor, na Serra a fiscalização é feita por uma equipe de 40 profissionais que são divididos em sete regiões do município.</p>
<p>O gerente de fiscalização do Crea explicou que uma reforma simples, como trocar piso e pintar não exige fiscalização, já uma obra que vai mexer com a estrutura do imóvel têm algumas regras que precisam ser seguidas. &#8220;É preciso procurar um profissional capacitado, engenheiro ou arquiteto, que vai se responsabilizar pela obra perante ao Crea e à sociedade. Em seguida, deve-se comunicar a prefeitura sobre a construção, solicitar um alvará e apresentar o projeto da obra&#8221;, explicou o gerente.</p>
<p>Segundo o Oliveira, esse profissional vai regularizar a situação da obra com o Crea, ou seja, emitir uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). &#8220;Nesse documento o engenheiro ou o arquiteto diz o seguinte: &#8216;Crea, comunica à sociedade que eu sou o responsável por essa obra&#8217;. Ter um profissional é importante caso aconteça alguma coisa. Assim, o proprietário da construção tem a quem recorrer&#8221;, disse Oliveira.</p>
<p><strong>Fiscalização</strong></p>
<p>Segundo o Crea-ES, ao todo, foram cerca de 36 mil fiscalizações no estado em 2011. O gerente de fiscalização do órgão explica que é feito um planejamento anual de fiscalização e todo o território capixaba tem fiscais da instituição. &#8220;Tudo que envolve inteligência em engenharia o Crea fiscaliza. Verificamos se tem um profissional responsável, ATR e alvará da prefeitura&#8221;, explicou Oliveira. No estado, 16 fiscais visitam as obras da Grande Vitória e do interior em ações diárias ou a partir de denúncias</p>
<p>De acordo com José Adilson de Oliveira, somente as prefeituras, Defesa Civil e Corpo de Bombeiros podem embargar construções. Caso a obra seja realizada sem autorização do Crea, o responsável pode pagar um multa que pode chegar a aproximadamente R$ 4,5 mil.</p>
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		<title>Vitória está entre os 10 destinos mais procurados para o Carnaval pelos turistas</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 18:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Folha Vitória
A cidade de Vitória é a quinta capital mais procurada pelos turistas brasileiros para o período do Carnaval de acordo com pesquisa realizada pela agência de viagens Decolar online. A diversidade de opções de lazer que o Espírito Santo oferece, como belas praias e visita a região de montanhas, é um dos motivos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Folha Vitória</em></p>
<p>A cidade de Vitória é a quinta capital mais procurada pelos turistas brasileiros para o período do Carnaval de acordo com pesquisa realizada pela agência de viagens Decolar online. A diversidade de opções de lazer que o Espírito Santo oferece, como belas praias e visita a região de montanhas, é um dos motivos que leva o turista a procurar o Estado.</p>
<p>Para o presidente da Agência de Desenvolvimento Sustentável da Região Turística Metropolitana (Adetur), a posição da capital no ranking nacional é reflexo de um conjunto de ações realizadas entre o poder público e privado.</p>
<p>“Hoje, vislumbramos uma cidade e um Espírito Santo com mais atrativos turístico para os turistas. Eventos e programações como o próprio carnaval capixaba, que a cada ano aprimora e atrai visitantes nacionais e internacionais, contribuindo para dar mais visibilidade ao Estado no cenário nacional e internacional”, disse.</p>
<p>O carnaval capixaba nunca esteve em tamanha evidência e, em poucos anos, deixou de ser um evento de lazer do público local para se tornar um produto turístico, que atrai visitantes nacionais e internacionais. Aliado a isso, está um público que hoje prestigia o carnaval durante todo o ano, incentivando e freqüentando os ensaios das escolas de samba.</p>
<p><span id="more-2680"></span></p>
<p>Outro motivo é que além das belezas naturais, o custo de pacotes é mais acessível, de acordo com o secretário Alexandre Passos. “Essa é uma tendência que já apuramos a partir do Réveillon, quando tivemos uma grande procura pelos pacotes turísticos na Região Metropolitana, com um crescimento apurado junto às agências de viagens que superou os 120% em relação a 2010”, destaca.</p>
<p>A estimativa, segundo a Agência Brasileira da Indústria de Hotéis no Estado (ABIH-ES) é de que a ocupação hoteleira atinja 80% este ano, em alta temporada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Destinos mais procurados para o Carnaval:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1º &#8211; Rio de Janeiro</p>
<p>2º &#8211; Salvador</p>
<p>3º &#8211; Recife</p>
<p>4º &#8211; São Paulo / Florianópolis</p>
<p>5º &#8211; Vitória</p>
<p>6º &#8211; Fortaleza</p>
<p>7º &#8211; Buenos Aires</p>
<p>8º &#8211; Nova Iorque</p>
<p>9º &#8211; Miami</p>
<p>10º &#8211; Cancun</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Destinos nacionais:</strong></p>
<p>1º &#8211; Rio de Janeiro</p>
<p>2º &#8211; Salvador</p>
<p>3º &#8211; Recife</p>
<p>4º &#8211; São Paulo / Florianópolis</p>
<p>5º &#8211; Vitória</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil foi o 4º país a receber mais investimentos em 2011, mostra Unctad</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 18:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Secovi
O Brasil foi o quarto pais a receber o maior volume de investimentos no mundo em 2011, superando todos os países da zona do euro e levando a América Latina a ter a maior expansão porcentual em todo o mundo, acima mesmo da Ásia. Os dados foram publicados nesta terça-feira, 24/1, pela Unctad (sigla em inglês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Secovi</em></p>
<p>O Brasil foi o quarto pais a receber o maior volume de investimentos no mundo em 2011, superando todos os países da zona do euro e levando a América Latina a ter a maior expansão porcentual em todo o mundo, acima mesmo da Ásia. Os dados foram publicados nesta terça-feira, 24/1, pela Unctad (sigla em inglês para Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento), em Genebra, e destacam a expansão do consumo doméstico nacional e o tamanho do mercado como principais fatores que contribuíram para a atração de empresas de todo o mundo a investir no País.</p>
<p>Pelos cálculos da Unctad, o Brasil recebeu US$ 65,5 bilhões no ano passado. A expansão da entrada de recursos no Brasil entre 2010 e 2011 também esteve entre as doze maiores do mundo, com uma taxa de 35% e duas vezes superior à média mundial.</p>
<p>Segundo o levantamento, só a China (incluindo investimentos em Hong Kong e no continente), Estados Unidos e Reino Unido receberam mais projetos de investimentos que o Brasil em 2011. Se Hong Kong for calculado por um destino separado da China, o Brasil então ficaria na quinta posição como maior destino.</p>
<p>O maior recipiente de investimentos continua sendo a economia americana, com US$ 210 bilhões. Os Estados Unidos, porém, sofreram uma queda de 7,7% em relação a 2010 e estão sendo fortemente ameaçados pela China que, em 2012, poderá se transformar no maior destino de investimentos do mundo.</p>
<p><em><br />
</em></p>
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		<item>
		<title>Corretor de imóveis: invista no pós-venda</title>
		<link>http://www.crecies.gov.br/2012/01/corretor-de-imoveis-invista-no-pos-venda/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 18:23:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Redimob
Não desapareça da vida do cliente após a venda do imóvel. Invista em um relacionamento duradouro que pode resultar, no futuro, em indicações e novos negócios.
O fechamento de um contrato é apenas o início de uma relação comercial que, dependendo do corretor, pode ser extremamente lucrativa e por longos anos. Segundo o corretor de imóveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Redimob</em></p>
<p><em>Não desapareça da vida do cliente após a venda do imóvel. Invista em um relacionamento duradouro que pode resultar, no futuro, em indicações e novos negócios.</em></p>
<p>O fechamento de um contrato é apenas o início de uma relação comercial que, dependendo do corretor, pode ser extremamente lucrativa e por longos anos. Segundo o corretor de imóveis Rodrigo Barreto, em seu post &#8220;O pós venda&#8221;, esse relacionamento pode gerar, indiretamente, inúmeros outros negócios a partir das indicações que os clientes lhe fizerem.</p>
<p>Mas de que forma o corretor pode realizar boas ações de pós-vendas, manter um relacionamento duradouro com o cliente, que podem se reverter  em um segundo negócio? O corretor de imóveis Rodrigo Barreto dá algumas dicas em seu blog.</p>
<p>Venda você – “Um trabalho de marketing de relacionamento começa na venda, no primeiro contato com o cliente, até mesmo por telefone com as formas de abordagem e comunicação”.</p>
<p><span id="more-2672"></span></p>
<p>Presenteie – “Após você ter ajudado o cliente a realizar o sonho da conquista de um patrimônio ou de mais um investimento imobiliário, terá que vender a ideia de que você seja seu corretor exclusivo. Isso fará, sem sombra de dúvida, que o cliente lhe indique aos amigos, parentes, colegas e qualquer pessoa que esteja precisando de uma consultoria imobiliária. Assim, como forma de gratidão, envie lembranças em datas comemorativas, como datas de aniversários dos familiares. Tome iniciativa.  O resultado é sempre positivo”.</p>
<p>Quem não é visto não é lembrado – “Faça-se presente, não desapareça da convivência do seu cliente depois de finalizada a transação imobiliária. “Entre em contato, veja se está tudo certo na nova moradia, se ocorreu tudo bem com a mudança. Essas coisas começam a marcar a ideia que você faz a diferença”.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quer investir em imóveis? Confira 10 dicas para se dar bem neste mercado</title>
		<link>http://www.crecies.gov.br/2012/01/quer-investir-em-imoveis-confira-10-dicas-para-se-dar-bem-neste-mercado/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 18:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Infomoney por COFECI
Os imóveis sempre foram considerados no Brasil uma opção segura e atrativa de investimentos. Nos últimos anos, principalmente, a forte alta no preço dos empreendimentos fez com que muitas pessoas começassem a se interessar ainda mais por este este tipo de aplicação.
E você, já pensou em investir em imóveis? Acha que eles ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Infomoney por COFECI</em></p>
<p>Os imóveis sempre foram considerados no Brasil uma opção segura e atrativa de investimentos. Nos últimos anos, principalmente, a forte alta no preço dos empreendimentos fez com que muitas pessoas começassem a se interessar ainda mais por este este tipo de aplicação.</p>
<p>E você, já pensou em investir em imóveis? Acha que eles ainda podem trazer uma boa rentabilidade? Então confira as dicas do vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e autor do livro “Imóveis, Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, Luiz Calado.</p>
<p><strong>1 – Procure se antecipar às melhorias que podem valorizar as regiões</strong></p>
<p>Antes de decidir pela compra de um imóvel para investir, é importante tentar se antecipar às melhorias que podem valorizar as regiões. “Se o metrô já estiver naquela região, não dá pra ter nenhum retorno excepcional. Mas se ainda vão construir, se ainda estiver no planejamento, tem um potencial de valorização grande”, ressalta.</p>
<p><span id="more-2660"></span></p>
<p>Um grande centro comercial, ou um shopping center também podem valorizar a região e o imóvel. “Foi exatamente o que aconteceu ali naquela região do shopping Bourbon, perto do Parque Antártica (zona oeste da cidade de São Paulo)”, afirma Calado.</p>
<p>Além disso, parques públicos também agregam valor às áreas em que estão integrados. “Os imóveis perto do Parque do povo (no Bairro do Itaim Bibi, em São Paulo) registraram uma grande alta”, diz Calado.</p>
<p><strong>2 – Converse com corretores antes de comprar</strong></p>
<p>O especialista lembra que os corretores têm acesso privilegiado às informações e a tudo o que está acontecendo no mercado imobiliário. “Se você mostrar para o corretor que tem interesse real de investir e que procura alguma oportunidade, ele vai trabalhar para você”, diz. “Às vezes, as pessoas querem investir sem falar com ninguém. Mas a escolha pode não ser o melhor investimento para o momento”, alerta.</p>
<p><strong>3 – Converse com quem mora e trabalha na região</strong></p>
<p>Pesquisar e obter informações sobre o local onde está localizado o imóvel é outra dica de Calado. “O comércio local, como mercadinhos, padaria, que atendem principalmente as pessoas daquele bairro, são ideais para pesquisar sobre a região. Geralmente as pessoas gostam de falar e é interessante você ouvir o que a pessoa acha do bairro, se tem aumentado demanda, quais são os problemas, etc”, aponta.</p>
<p>Ele lembra que alguns investidores compram o imóvel sem ao menos visitá-lo, o que é um erro. “Tem que tomar muito cuidado com isso”, afirma.</p>
<p><strong>4 – Defina seu objetivo (ganho de capital ou aluguel)</strong></p>
<p>Antes de comprar um imóvel para investir, o especialista ressalta que é importante definir o seu objetivo: “Você quer ganho de capital (comprar apenas para revender depois, mais caro) ou rentabilidade com aluguel?” questiona. “Com base neste objetivo, converse com os corretores”, continua.</p>
<p><strong>5 – Controle a euforia em relação à rentabilidade passada – ela não garante ganhos no futuro</strong></p>
<p>O especialista lembra que comprar um imóvel é uma decisão que precisa ser muito bem pensada e estudada. “Não é só porque subiu muito nos últimos anos, que o investimento vai continuar dando um retorno expressivo”, diz.</p>
<p>Por isso, ele recomenda que o investidor não se empolgue com o passado. “Quando você consulta o histórico de rentabilidade de um fundo de investimento, sempre tem a informação de que retorno passado não é garantia de retorno futuro. Para imóveis, deveria ter algo parecido”, diz.</p>
<p><strong>6 &#8211; Fique atento às oportunidades das incorporadoras</strong></p>
<p>Observar os anúncios de jornais com oportunidades das incorporadoras é outra dica de Calado. “Tenho visto grandes incorporadoras oferecendo as últimas unidades de um imóvel já pronto. Isso geralmente representa uma boa oportunidade para quem quer investir. Não é um imóvel usado, mas sim um recém construído”, afirma.</p>
<p><strong>7- Olhe para outras regiões e não apenas para perto de onde você mora</strong></p>
<p>Quem quer investir não deve restringir sua escolha à região onde sempre morou ou que mais gosta. “Não é só porque eu moro em um bairro que vou deixar de olhar uma ótima oportunidade em uma outra região da cidade”, afirma. “O investidor precisa ter uma visão mais abrangente”, continua.</p>
<p><strong>8 – Fundos imobiliários podem ser boa opção para investir em imóveis comerciais</strong></p>
<p>De acordo com o especialista, uma boa oportunidade também está surgindo com os fundos imobiliários que compram vários imóveis. “Acompanho a indústria de fundos há 11 anos e notei que o perfil desses fundos mudou um pouco. Antes, o fundo tinha um único imóvel. Agora, já existem vários fundos que levantaram capital para investir em diversos imóveis comerciais. Isso pode afetar positivamente este mercado, mesmo considerando que o preço do imóvel comercial já está chegando em um nível que inviabiliza grande altas”, diz.</p>
<p><strong>9 – Mantenha-se atualizado</strong></p>
<p>Buscar sempre mais conhecimento e se manter atualizado é outra dica importante para conseguir sucesso no universo dos investimentos em imóveis. “Atualize-se lendo os jornais, revistas e livros”, aconselha.</p>
<p><strong>10 – Não adianta ter pressa</strong></p>
<p>Por fim, o famoso ditado “a pressa é inimiga da perfeição” se encaixa bem quando o assunto é o investimento em imóveis. Por isso, o ideal é que o investidor tome suas decisões com consciência e sem afobação. “Não tenha pressa e evite entrar em uma euforia”, finaliza Calado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Proposta permite deduzir do IR despesas para instalar energia solar</title>
		<link>http://www.crecies.gov.br/2012/01/proposta-permite-deduzir-do-ir-despesas-para-instalar-energia-solar/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 17:53:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<description><![CDATA[Infomoney
Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que permite ao contribuinte deduzir do imposto de renda  parte das despesas com a aquisição de bens e serviços necessários ao uso de energia solar.
De acordo com a proposta do deputado Irajá Abreu (PSD-TO), a dedução abrange residências e empresas, sendo possível realizar o desconto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Infomoney</em></p>
<p>Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que permite ao contribuinte deduzir do imposto de renda  parte das despesas com a aquisição de bens e serviços necessários ao uso de energia solar.</p>
<p>De acordo com a proposta do deputado Irajá Abreu (PSD-TO), a dedução abrange residências e empresas, sendo possível realizar o desconto até 2020.</p>
<p>Segundo a Agência Câmara, o objetivo do projeto é aumentar a utilização da energia solar, fazendo com que ela fique mais barata e criando, assim, um círculo virtuoso de emprego de energia renovável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Redução</strong></p>
<p>Na proposta, a dedução prevista, com base na tabela do imposto de renda para pessoa física, tem os seguintes limites: de 100%, entre R$ 1.499,16 e R$ 2.246,75, de 75%, entre R$ 2.246,76 e R$ 2.995,70, de 50% entre R$ 2.995,71 e R$ 3.743,19, de 25% acima de R$ 3.743,19. Todos os valores deverão ser reajustados conforme a atualização da tabela do IR.</p>
<p><span id="more-2658"></span></p>
<p>No caso das empresas, a dedução será de 100% para a empresa de pequeno porte, de 75% para a empresa regida pelo Supersimples, de 50% para a empresa regida pelo lucro presumido e de 25% pela regida pelo lucro real. As despesas serão deduzidas do imposto devido no mês a que se referirem, para as pessoas jurídicas que apuram o lucro mensal, e na declaração de ajuste anual, para as pessoas físicas e para as pessoas jurídicas, que, tendo optado pelo recolhimento do imposto por estimativa, apuram o lucro real anual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Inspeção</strong></p>
<p>Para que tenham direito à redução, as instalações deverão ser inspecionadas pela concessionária de distribuição de energia elétrica responsável pelo fornecimento de energia na área onde se encontrem essas instalações.</p>
<p>O valor do investimento passível de dedução deverá ser definido após a inspeção e registrado na concessionária de energia elétrica para eventual fiscalização pelos órgãos competentes, devendo ser avaliado pelo valor de mercado, mediante comprovação de despesa pelo usuário.</p>
<p><strong>Redução de custos</strong></p>
<p>Para Abreu, o principal impedimento para a energia alternativa é o alto custo de aquisição dos equipamentos. Segundo ele, existe uma significativa demanda por água aquecida em prédios públicos, comerciais e residenciais.</p>
<p>Além disso, o deputado ressalta que a tendência ao longo dos anos é de redução dos custos, em função do aumento da escala de produção, dos avanços tecnológicos e do aumento da concorrência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Incentivos</strong></p>
<p>Abreu também afirma que os mecanismos de incentivo à produção e à aquisição de equipamentos de energia solar têm sido utilizados com sucesso em muitos países, produzindo a queda gradual no custo dos equipamentos. Além disso, as tarifas de energia elétrica brasileiras são muito elevadas, “sobrecarregadas com impostos e encargos setoriais, e não comportam o estabelecimento de novos subsídios”.</p>
<p>Para o autor da proposta, é importante que o Tesouro Nacional arque com os custos associados à difusão do uso da energia solar, mediante o desconto no imposto de renda devido.</p>
<p>O projeto foi distribuído às comissões de Minas e Energia, de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vale a pena trocar o investimento direto em imóveis por aplicações em Fundos de Investimentos Imobiliários?</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 17:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Redimob
A possibilidade de tornar-se proprietário de um shopping, uma universidade ou um edifício comercial vem atraindo cada vez mais a atenção dos investidores de todos os portes. E, refletindo tal movimento, é crescente o número de operações envolvendo os Fundos de Investimentos Imobiliários (FII´s). Até o mês de dezembro de 2011, a quantidade de fundos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Redimob</em></p>
<p>A possibilidade de tornar-se proprietário de um shopping, uma universidade ou um edifício comercial vem atraindo cada vez mais a atenção dos investidores de todos os portes. E, refletindo tal movimento, é crescente o número de operações envolvendo os Fundos de Investimentos Imobiliários (FII´s). Até o mês de dezembro de 2011, a quantidade de fundos imobiliários com negociação na BMFBovespa chegou a 66, superior aos 48 negociados ao final de 2010 e muito acima dos 25 registrados em 2008.</p>
<p>Muito embora não se trate de uma opção recente, é fato que diante de um cenário econômico internacional de crise e da volatilidade do mercado de ações, a estabilidade do mercado imobiliário fez com que crescesse o número de investidores que aportam seus capitais em FII&#8217;s.</p>
<p>O FII é formado por grupos de investidores com o objetivo comum de aplicar seus recursos em negócios imobiliários. Tais Fundos são necessariamente geridos por um administrador, podendo ser uma instituição financeira ou uma corretora de valores, que por sua vez são fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O Fundo pode estar atrelado a um empreendimento desde sua concepção ou então adquirir imóveis já disponíveis no mercado, e a locação de tais imóveis é a sua fonte de rendimentos.</p>
<p><span id="more-2655"></span></p>
<p>A lei prevê distribuição semestral de resultados, mas é cada vez mais usual a distribuição mensal. Verifica-se ainda que os imóveis de propriedade dos Fundos são hoje utilizados nos mais diversos segmentos da economia, como de edifícios comerciais, hospitais, shoppings centers, centros de distribuição, universidades, hotéis e outros.</p>
<p>Entre as vantagens dos investimentos em FII&#8217;s destaca-se a isenção tributária sobre os rendimentos, a gestão especializada e a liquidez do investimento.</p>
<p>Para o investidor pessoa física, que detenha menos de 10% das cotas de um FII que possua no mínimo 50 investidores e que tenha suas cotas negociadas em bolsa de valores, há isenção do Imposto de Renda sobre os rendimentos distribuídos.</p>
<p>As cotas podem ser negociadas no mercado secundário, à semelhança do que acontece com as ações de empresas de capital aberto. A maioria dos Fundos possui negociação diária, tendo, portanto, liquidez superior a investimento direto em imóveis.</p>
<p>O investidor pode negociar parte de suas cotas, sem que haja necessidade de liquidação de todo o patrimônio investido, ou seja, é uma opção que não existiria caso o capital houvesse sido utilizado diretamente na aquisição de um imóvel.</p>
<p>Além disso, trata-se de um mercado muito mais acessível se comparado ao mercado de imóveis, pois a partir de R$ 1.000 é possível adquirir lote mínimo de cotas de Fundos em lançamento.</p>
<p>Ainda que a estrutura dos FII&#8217;s traga um cenário de vantagens se comparado com o investimento direto em imóveis, a variável mais importante a ser considerada é o negócio em que o FII concentra suas atividades, razão pela qual, aqueles que se interessem por tal modalidade de investimento, devem analisar atentamente os prospectos de divulgação bem como todas as informações que estiverem a seu alcance.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Setor imobiliário capixaba otimista em 2012</title>
		<link>http://www.crecies.gov.br/2012/01/setor-imobiliario-capixaba-otimista-em-2012/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 17:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Folha Vitória
As expectativas para o mercado imobiliário no Espírito Santo para 2012 são as melhores, com crescimento moderado e dois focos de expansão: novas regiões e a diversidade de produtos.
O presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES), Juarez Soares, explica que o mercado passa por períodos de crescimento. “Há momentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Folha Vitória</em></p>
<p>As expectativas para o mercado imobiliário no Espírito Santo para 2012 são as melhores, com crescimento moderado e dois focos de expansão: novas regiões e a diversidade de produtos.</p>
<p>O presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES), Juarez Soares, explica que o mercado passa por períodos de crescimento. “Há momentos em que está em expansão e momentos de moderação. A tendência para este ano é a expansão de forma moderada e baseada na busca de novas regiões ou até mesmo municípios, além da diversificação dos empreendimentos oferecidos”.</p>
<p>Segundo o presidente da Ademi-ES esse momento é absolutamente saudável porque a oferta está em equilíbrio com a procura. “Entendemos que a oferta está equiparada à demanda. As empresas estão lançando de acordo com a procura”, avalia.</p>
<p><span id="more-2652"></span></p>
<p>A diretora da Kemp Engenharia, Rúbia Zanelato, afirma que a construtora tem expectativa de bom volume de vendas. “Tanto é que a Kemp virá com dois lançamentos neste ano”, explica.</p>
<p>De acordo com o diretor da Argo Construtora, Valtair Torezani, para 2012 as perspectivas de crescimento são ainda maiores que as de 2011. “Planejamos lançar aproximadamente oito edifícios. Nossa estratégia é manter o foco na qualidade dos produtos, no compromisso com o cliente e nas entregas rápidas dos imóveis”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Confira o que os empresários projetam para este ano:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Atualmente temos cinco empreendimentos em Itaparica e em 2012 lançaremos mais um, o Central Park. Vamos continuar investindo na região. Adquirir um empreendimento em Itaparica é um excelente investimento. Os preços em Itaparica são mais acessíveis do que na Praia da Costa, por exemplo. Porém, futuramente o valor do imóvel será bem maior em virtude da valorização da região”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Wander Belizário, proprietário da Habitar</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O ano de 2011 foi excelente para a Argo Construtora. Lançamos quatro empreendimentos e alcançamos nossa meta de vendas. Para este ano de 2012 nossas perspectivas de crescimentos são ainda maiores, pois planejamos lançar aproximadamente oito edifícios. Nossa estratégia é manter o foco na qualidade dos produtos, no compromisso com o cliente e nas entregas rápidas dos imóveis. Assim, garantimos que o nosso crescimento seja cada vez mais consolidado e duradouro”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Valtair Torezani, diretor da Argo Construtora</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Este ano a expectativa da Città Engenharia é aumentar sua fatia de público, alcançando famílias com renda de seis a dez salários mínimos, além das que têm uma renda superior a isso”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Roberto Puppim, diretor da Città Engenharia</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O Programa Minha Casa, Minha Vida certamente vai continuar aquecido no mercado em 2012. Os recursos existem e é nessa faixa onde há maior parte da demanda. Entre as ofertas que vão fomentar a economia estão os lançamentos populares próximos ao mar, como o Riviera Azul, empreendimento do Inocoopes, em Jacaraípe, Serra.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aristóteles Passos Costa, presidente do Inocoopes</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar da crise econômica, a Kemp Engenharia está na expectativa de fazer um bom volume de vendas durante todo o 2012, principalmente em eventos como Feirão da Caixa e Salão do Imóvel. Tanto é que a Kemp virá com dois lançamentos neste ano”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rúbia Zanelato, diretora da Kemp Engenharia</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quer reformar a casa? Confira novas regras para o uso do FGTS</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 17:53:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Clip Imobiliário
Muita gente já ouviu falar, mas está cheio de dúvida: como vai funcionar o empréstimo com o fundo de garantia (FGTS) para reformar a casa própria? Tem muita gente sonhando para acabar com aquela reforma interminável, mas é só uma nova linha de crédito.
A classe média agradece, e o governo ainda estimula a construção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Clip Imobiliário</em></p>
<p>Muita gente já ouviu falar, mas está cheio de dúvida: como vai funcionar o empréstimo com o fundo de garantia (FGTS) para reformar a casa própria? Tem muita gente sonhando para acabar com aquela reforma interminável, mas é só uma nova linha de crédito.</p>
<p>A classe média agradece, e o governo ainda estimula a construção civil, o que ajuda a aquecer a economia em um momento de crise internacional. Já em fevereiro, trabalhadores com contas no FGTS poderão pegar empréstimo de até R$ 20 mil com juros de no máximo 12% ao ano.</p>
<p>Quem faz reforma conhece bem essa história. Qual o mal de toda obra? &#8220;É o atraso e a falta de dinheiro&#8221;, diz um senhor. A comerciante Tatiane Amaral da Silva tinha se programado. &#8220;Só que já gastei mais. Obra é sempre assim: gasto inesperado no bolso&#8221;, diz.</p>
<p><span id="more-2645"></span></p>
<p>A nova linha de crédito é para quem tem conta no FGTS e deve beneficiar a classe média para a compra de material de construção, reforma ou ampliação de imóveis residenciais. Pode-se financiar até R$ 20 mil. O prazo de pagamento é até dez anos, com taxa de juros máxima de 12% ao ano.</p>
<p>&#8220;Tem bancos que vão ter condições até de praticar uma taxa de juros menor que essa. A menor a taxa de juros que se encontra no mercado é em torno de 26%&#8221;, calcula Paulo Eduardo Cabral Furtado, membro do conselho curador do FGTS.</p>
<p>Para fazer o financiamento, a pessoa precisa comprovar que é dona da casa ou apartamento que vai ser reformado. O imóvel tem de valer, no máximo, R$ 500 mil. Ninguém vai ter nada descontado da conta do FGTS. O dinheiro emprestado vai sair do total de recursos do fundo de garantia.</p>
<p>O financiamento deve estar disponível nos bancos dentro de um mês. Mas atenção: o economista Newton Marques sugere prudência e planejamento. &#8220;Sempre é melhor se endividar por um prazo curto e obviamente com uma taxa de juros mais baixa. Então, se ele tem um dinheiro à disposição e pode utilizar, ótimo. Se ele quiser tomar aquele crédito por um prazo mais curto, melhor ainda&#8221;, recomenda.</p>
<p>O dinheiro pode ser usado também para a instalação de hidrômetros, de um sistema de aquecimento solar ou ainda para obras de acessibilidade para moradores com deficiência e que precisam adaptar a casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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